Morreu a minha Lapa; atropelada.
Companheira de muitos anos, (11, 12?) mil vezes escapou, à rasante, aos automóveis cá do bairro. Adivinhava-lhe uma morte doce, pela idade que já lhe pesava e se notava pelo (agora) calmo caminhar, pela menor frequência das corridas e crescente desinteresse pelas ocorrências envolventes.
Afinal surpreendeu-me uma vez mais - morreu como viveu - livre e fora de casa.
Certamente estará agora no céu dos cães rodeada de belos podengos, puros como ela.
R.I.P.
sábado, 30 de abril de 2011
LAPA
Morreu a minha Lapa; atropelada.
Companheira de muitos anos, (11, 12?) mil vezes escapou, à rasante, aos automóveis cá do bairro. Adivinhava-lhe uma morte doce, pela idade que já lhe pesava e se notava pelo (agora) calmo caminhar, pela menor frequência das corridas e crescente desinteresse pelas ocorrências envolventes.
Afinal surpreendeu-me uma vez mais - morreu como viveu - livre e fora de casa.
Certamente estará agora no céu dos cães rodeada de belos podengos, puros como ela.
R.I.P.
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1 comentário:
não diria melhor
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